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A Guerra no Irã Não Interromperá o Ciclo Econômico Americano
Desde o início do conflito entre os Estados Unidos (EUA) e Irã já se passaram 45 dias, praticamente um mês e meio, e ainda não há uma definição efetiva para o conflito. Nesta semana, foi celebrado um acordo de cessar fogo de 15 dias que, na prática, constitui um "tigre de papel" e já está sendo descumprido.

Vinicius Flores
14 de abr.2 min de leitura


A Europa está absorvendo dois choques simultâneos; e isso tem um preço
O comércio global cresceu em 2025, mas a Europa saiu como perdedora estrutural do reordenamento. McKinsey Global Institute documenta o “double squeeze”: exportações europeias de automóveis para os EUA caíram 17%; para a China, mais de 30%. Veículos elétricos chineses avançaram 50% no mercado europeu, superando 800 mil unidades, e a Alemanha importou mais carros da China do que exportou para lá pela primeira vez em sua história industrial. O superávit da UE encolheu cerca de €

Robert Awerianow
2 de abr.2 min de leitura


As Primeiras Consequências do Conflito entre Irã e Estados Unidos para a Economia Mundial
Os primeiros dados econômicos que compreendem o período após o início do conflito entre Irã e Estados Unidos, que começou no dia 28 de fevereiro, já demonstram os primeiros impactos dessa guerra. Em meio à semana da Páscoa, os dados de PMI da manufatura divulgados nos Estados Unidos, Europa e China confirmam o primeiro efeito do conflito: aumento de preços por conta da disrupção de oferta no petróleo, gás natural e outras commodities.

Vinicius Flores
2 de abr.2 min de leitura


O rearmamento da Europa impactará seus bonds
O rearmamento europeu não impacta somente as ações de defesa, pois terá efeito fiscal nos países e atingirá o mercado de renda fixa global. Os números são concretos. A Alemanha planeja elevar os gastos com defesa para mais de 3% do PIB até 2027 com um fundo de infraestrutura de €500 bilhões. A Zona do Euro como um todo deve passar de 1,8% do PIB em 2024 para 2,5% já em 2026. Gastos nacionais crescentes significam mais emissão de dívida soberana, maior prêmio de risco e pressã

Robert Awerianow
5 de mar.1 min de leitura


O chip que ninguém vê e que pode mudar tudo nos seus bonds
Existe uma peça no tabuleiro macro que passa despercebida pela maioria dos investidores de renda fixa. Ela não é petróleo, não é ouro. É um chip de memória DRAM. A IA está devorando capacidade de produção de memória. A TrendForce estima que os preços médios de DRAM subirão entre 50% e 55% neste trimestre versus o Q4 2025. Um aumento classificado pelo próprio analista da firma como “sem precedentes". Samsung, SK Hynix e Micron realocaram suas fábricas para chips de alta perfor

Robert Awerianow
5 de mar.1 min de leitura
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