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O próximo estágio do impacto do choque do petróleo na economia americana
Os dados econômicos divulgados nesta semana nos Estados Unidos (EUA) reforçam nossa tese de que o ciclo industrial americano não será interrompido pelo conflito no Irã, mas também marcam o início do novo estágio dos impactos do conflito na economia americana: A destruição de demanda causada pelo choque do petróleo e seu impacto na inflação americana. Diante desse cenário, continuamos construtivos na economia do EUA, porém muito mais cautelosos com relação aos impactos da infl

Vinicius Flores
18 de mai.2 min de leitura


A dicotomia entre a situação econômica americana e europeia
Os dados econômicos divulgados nesta semana confirmam dois pontos fundamentais que abordamos em nossos artigos e discussões do comitê de investimentos: o conflito no Irã não interromperá o ciclo econômico americano e a Europa é a região desenvolvida mais prejudicada pela paralização do estreito de Ormuz. Acreditamos que a pressão exercida pelo bloqueio americano no Estreito de Ormuz, aliada à devastação militar e econômica do Irã, acelerará um acordo entre as partes. No entan

Vinicius Flores
5 de mai.2 min de leitura


A Guerra no Irã Não Interromperá o Ciclo Econômico Americano
Desde o início do conflito entre os Estados Unidos (EUA) e Irã já se passaram 45 dias, praticamente um mês e meio, e ainda não há uma definição efetiva para o conflito. Nesta semana, foi celebrado um acordo de cessar fogo de 15 dias que, na prática, constitui um "tigre de papel" e já está sendo descumprido.

Vinicius Flores
14 de abr.2 min de leitura


Dez anos depois, o Brexit começa a andar para trás
Em 1º de abril de 2026, Starmer reconheceu publicamente que o Brexit causou dano profundo à economia britânica e anunciou uma nova cúpula com a UE com ambições ampliadas. O timing não é coincidência.

Robert Awerianow
10 de abr.2 min de leitura


A Europa está absorvendo dois choques simultâneos; e isso tem um preço
O comércio global cresceu em 2025, mas a Europa saiu como perdedora estrutural do reordenamento. McKinsey Global Institute documenta o “double squeeze”: exportações europeias de automóveis para os EUA caíram 17%; para a China, mais de 30%. Veículos elétricos chineses avançaram 50% no mercado europeu, superando 800 mil unidades, e a Alemanha importou mais carros da China do que exportou para lá pela primeira vez em sua história industrial. O superávit da UE encolheu cerca de €

Robert Awerianow
2 de abr.2 min de leitura


As Primeiras Consequências do Conflito entre Irã e Estados Unidos para a Economia Mundial
Os primeiros dados econômicos que compreendem o período após o início do conflito entre Irã e Estados Unidos, que começou no dia 28 de fevereiro, já demonstram os primeiros impactos dessa guerra. Em meio à semana da Páscoa, os dados de PMI da manufatura divulgados nos Estados Unidos, Europa e China confirmam o primeiro efeito do conflito: aumento de preços por conta da disrupção de oferta no petróleo, gás natural e outras commodities.

Vinicius Flores
2 de abr.2 min de leitura


Dívida alta, escolhas difíceis (e que não podem mais ser adiadas)
A dívida pública global chegou a 93,9% do PIB em 2025. A projeção do FMI é ultrapassar 100% até 2028. Nível nunca visto em tempos de paz.
O número sozinho já seria preocupante. O que o torna estrutural é a combinação: dívida alta, juros mais altos e espaço fiscal encolhendo ao mesmo tempo.

Robert Awerianow
16 de mar.2 min de leitura


O rearmamento da Europa impactará seus bonds
O rearmamento europeu não impacta somente as ações de defesa, pois terá efeito fiscal nos países e atingirá o mercado de renda fixa global. Os números são concretos. A Alemanha planeja elevar os gastos com defesa para mais de 3% do PIB até 2027 com um fundo de infraestrutura de €500 bilhões. A Zona do Euro como um todo deve passar de 1,8% do PIB em 2024 para 2,5% já em 2026. Gastos nacionais crescentes significam mais emissão de dívida soberana, maior prêmio de risco e pressã

Robert Awerianow
5 de mar.1 min de leitura


O chip que ninguém vê e que pode mudar tudo nos seus bonds
Existe uma peça no tabuleiro macro que passa despercebida pela maioria dos investidores de renda fixa. Ela não é petróleo, não é ouro. É um chip de memória DRAM. A IA está devorando capacidade de produção de memória. A TrendForce estima que os preços médios de DRAM subirão entre 50% e 55% neste trimestre versus o Q4 2025. Um aumento classificado pelo próprio analista da firma como “sem precedentes". Samsung, SK Hynix e Micron realocaram suas fábricas para chips de alta perfor

Robert Awerianow
5 de mar.1 min de leitura


IA está matando empregos? Ou apenas mudando quem vale mais no mercado de trabalho?
O debate da semana foi sobre o futuro do emprego. E ele chegou ao mercado de bonds.
A narrativa é simples, mas perturbadora: empresas crescendo receita sem contratar. O caso Block foi o gatilho, mas o padrão é mais amplo. Durante toda a temporada de resultados do 4T25, executivos repetiram a mesma mensagem: “crescimento sem novas contratações".

Robert Awerianow
5 de mar.2 min de leitura


O mercado de bonds está mandando um recado. Você está ouvindo?
Algo aconteceu esta semana nos mercados globais de renda fixa, que vale atenção: mesmo com um relatório de inflação ao produtor (PPI) acima do esperado nos EUA, o yield do Treasury de 10 anos caiu abaixo de 4%, atingindo o menor nível em quatro meses. O motivo talvez seja que o mercado não está mais precificando apenas inflação. Está precificando medo do impacto da IA na economia e no emprego! Na Europa, o sinal caminha numa direção parecida. O Eurostat divulgou recen

Robert Awerianow
4 de mar.1 min de leitura
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